Skip to content

⛷️Lindsey Vonn vs Alberto Tomba

Frente a frente · Esqui Alpino

Lindsey Vonn
#4

Lindsey Vonn

Estados Unidos · 2000-2019, 2024-

VS
Alberto Tomba
#8

Alberto Tomba

Itália · 1985-1998

Estatística por estatística

82 Vitórias na Copa do Mundo 50
4 Títulos gerais da Copa do Mundo 1
2 Ouros no Campeonato Mundial 2
1 Ouros olímpicos 3
3 Medalhas olímpicas 5

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Empate total nas categorias medidas. Nosso ranking de todos os tempos coloca Lindsey Vonn em nº 4 e Alberto Tomba em nº 8.

O caso de Lindsey Vonn

A maior especialista em velocidade da história feminina e, até Shiffrin, a maior vencedora do circuito entre as mulheres. As 82 vitórias de Vonn na Copa do Mundo incluem 43 downhills, um total ao qual ninguém mais no esporte chega perto, e ela venceu quatro Globos de Cristal gerais em cinco temporadas entre 2008 e 2012, período em que também conquistou títulos mundiais de downhill e super-G em Val d'Isere, em 2009, e o ouro olímpico de downhill em Vancouver, em 2010. Acumulou 20 globos de cristal ao todo entre as classificações geral, downhill, super-G e combinado. Sua carreira se lê como um confronto contínuo com o próprio corpo: um braço estilhaçado, dois joelhos reconstruídos, um tornozelo quebrado, um úmero fraturado, e uma aposentadoria em 2019 forçada pela dor, não pela forma. Voltou a competir na Copa do Mundo em 2024, aos 40 anos, com um joelho parcialmente substituído, e subiu ao pódio de novo — a mulher mais velha a fazê-lo.

O caso de Alberto Tomba

Tomba la Bomba pegou um esporte seguido pelos vilarejos alpinos e o transformou num evento nacional na Itália. Venceu 50 provas da Copa do Mundo — 35 slaloms e 15 slaloms gigantes — e três ouros olímpicos, vencendo as duas provas técnicas em Calgary, em 1988, e defendendo o slalom gigante em Albertville, em 1992, o que o tornou o primeiro esquiador alpino a vencer a mesma prova em duas Olimpíadas. Ganhou medalha em três Olimpíadas seguidas. Seu Globo de Cristal geral veio tarde, em 1995, e ele encerrou com um duplo slalom e slalom gigante no mundial de 1996, em Sierra Nevada. Os números o subestimam: Tomba competia com uma linha física e agressiva, construída sobre uma força de pernas incomum, e transformava segundas descidas em teatro, vindo rotineiramente de quatro ou cinco posições atrás. As audiências de televisão italianas para seus slaloms atingiram níveis que o esporte nunca mais viu.

Mais confrontos

Ver o ranking completo →