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⛷️Ingemar Stenmark vs Lindsey Vonn

Frente a frente · Esqui Alpino

Ingemar Stenmark
#2

Ingemar Stenmark

Suécia · 1973-1989

VS
Lindsey Vonn
#4

Lindsey Vonn

Estados Unidos · 2000-2019, 2024-

Estatística por estatística

86 Vitórias na Copa do Mundo 82
3 Títulos gerais da Copa do Mundo 4
3 Ouros no Campeonato Mundial 2
2 Ouros olímpicos 1
2 Medalhas olímpicas 3

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Ingemar Stenmark lidera 3 de 5 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Ingemar Stenmark em nº 2 e Lindsey Vonn em nº 4.

O caso de Ingemar Stenmark

Por 34 anos, a resposta para quem tinha vencido mais, e ainda o recordista masculino. O sueco conquistou 86 vitórias na Copa do Mundo — 46 em slalom gigante, 40 em slalom — sem nunca disputar seriamente um downhill, o que significava que ele abria mão de metade inteira da tabela de pontos e ainda assim vencia o título geral, três anos seguidos, de 1976 a 1978. Em 1978-79, venceu 13 provas numa única temporada. Em Lake Placid, em 1980, venceu os dois ouros técnicos, vindo de bem atrás na primeira descida em ambos os casos, e somou títulos mundiais em 1978 e um duplo slalom-slalom gigante em Schladming, em 1982. Seu estilo era o argumento pela economia: mínimo movimento de tronco, nenhum esforço visível, uma linha tão precisa que suas descidas parecem lentas no vídeo até aparecerem os tempos parciais. Ele também foi o último grande campeão do esqui reto, aposentando-se em 1989, quatro anos antes de o esqui com talhe chegar.

O caso de Lindsey Vonn

A maior especialista em velocidade da história feminina e, até Shiffrin, a maior vencedora do circuito entre as mulheres. As 82 vitórias de Vonn na Copa do Mundo incluem 43 downhills, um total ao qual ninguém mais no esporte chega perto, e ela venceu quatro Globos de Cristal gerais em cinco temporadas entre 2008 e 2012, período em que também conquistou títulos mundiais de downhill e super-G em Val d'Isere, em 2009, e o ouro olímpico de downhill em Vancouver, em 2010. Acumulou 20 globos de cristal ao todo entre as classificações geral, downhill, super-G e combinado. Sua carreira se lê como um confronto contínuo com o próprio corpo: um braço estilhaçado, dois joelhos reconstruídos, um tornozelo quebrado, um úmero fraturado, e uma aposentadoria em 2019 forçada pela dor, não pela forma. Voltou a competir na Copa do Mundo em 2024, aos 40 anos, com um joelho parcialmente substituído, e subiu ao pódio de novo — a mulher mais velha a fazê-lo.

Mais confrontos

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