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⛷️Annemarie Moser-Proll vs Alberto Tomba

Frente a frente · Esqui Alpino

Annemarie Moser-Proll
#5

Annemarie Moser-Proll

Áustria · 1969-1980

VS
Alberto Tomba
#8

Alberto Tomba

Itália · 1985-1998

Estatística por estatística

62 Vitórias na Copa do Mundo 50
6 Títulos gerais da Copa do Mundo 1
5 Ouros no Campeonato Mundial 2
1 Ouros olímpicos 3
3 Medalhas olímpicas 5

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Annemarie Moser-Proll lidera 3 de 5 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Annemarie Moser-Proll em nº 5 e Alberto Tomba em nº 8.

O caso de Annemarie Moser-Proll

O domínio mais completo já exercido por uma mulher sobre a Copa do Mundo antes de Shiffrin. Moser-Proll venceu cinco Globos de Cristal gerais consecutivos, de 1971 a 1975, aposentou-se aos 25 anos, voltou e venceu um sexto em 1979 — ainda o recorde feminino — com 62 vitórias num período em que o calendário era muito mais curto do que é hoje. Entre dezembro de 1972 e janeiro de 1973, venceu onze downhills consecutivos, uma sequência numa única modalidade que nenhuma competidora igualou. Conquistou cinco ouros mundiais e, em Lake Placid, em 1980, na sua última temporada, o título olímpico de downhill que lhe havia escapado com duas pratas em Sapporo, em 1972. Contemporâneas descreviam uma competidora que simplesmente atacava o terreno que as outras mulheres apenas administravam, e sua taxa de vitórias ao longo das temporadas que disputou segue sendo a mais alta de qualquer mulher na história do esporte.

O caso de Alberto Tomba

Tomba la Bomba pegou um esporte seguido pelos vilarejos alpinos e o transformou num evento nacional na Itália. Venceu 50 provas da Copa do Mundo — 35 slaloms e 15 slaloms gigantes — e três ouros olímpicos, vencendo as duas provas técnicas em Calgary, em 1988, e defendendo o slalom gigante em Albertville, em 1992, o que o tornou o primeiro esquiador alpino a vencer a mesma prova em duas Olimpíadas. Ganhou medalha em três Olimpíadas seguidas. Seu Globo de Cristal geral veio tarde, em 1995, e ele encerrou com um duplo slalom e slalom gigante no mundial de 1996, em Sierra Nevada. Os números o subestimam: Tomba competia com uma linha física e agressiva, construída sobre uma força de pernas incomum, e transformava segundas descidas em teatro, vindo rotineiramente de quatro ou cinco posições atrás. As audiências de televisão italianas para seus slaloms atingiram níveis que o esporte nunca mais viu.

Mais confrontos

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