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Apresentação na sala

Amazonia em 1850 · 408

Ler Amazonia começa pela vida concreta e depois por 1850. «Ciclo da borracha» e 1912 não admitem uma frase que ordene povos. O organizador dos seringueiros e morto. Reservas florestais entram na politica nacional.

Grandes familias indigenas mais o portugues e o espanhol como linguas de vila, escola e comercio. Pela tecnica da mandioca, o peixe de rio e as refeicoes de festa, com diferencas regionais nomeadas. Como festas vividas e missoes, nao como essencia racial. Fronteiras e conflitos de terra aparecem quando mudaram lingua ou assentamento. Isto nao e um fio de noticias.

Sim. Manaus, Belem e Iquitos fazem parte da cultura da bacia, nao de um mundo a parte. Titulos da Wikipedia resolvem para arquivos Commons com licenca reutilizavel. Os creditos ficam na pagina de creditos. O cultivo de mandioca e o comercio de canoa ligam aldeias muito antes de mapas europeus nomearem o rio.

Uma expedicao espanhola desce o rio; o nome Amazonas entra na escrita europeia. Missoes jesuitas e ataques escravistas reorganizam aldeias ribeirinhas no registro colonial. Manaus e Iquitos incham. O trabalho indigena e coagido; casas de opera marcam o pico do dinheiro. Plantacoes do sudeste asiatico derrubam precos amazonicos. Fortunas urbanas encolhem.

A comida vai na tutoria. A coluna vai na tabela. Pessoas e lugares escrevem-se pela forma de viver. Amazonia em 1850, «Ciclo da borracha», número 1912. Língua, comida ou deslocação podem aparecer se cada uma tiver a sua linha. Em Portugal encontra-se na tutoria, à mesa e numa tabela. Esta página não ordena grupos.1850

Números que ficam

Ano de referência
1850
Número que acompanha
1912
Tema
Amazonia
Linha da vida
Ciclo da borracha

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