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Apresentação na sala

Amazonia em 1960s

O ciclo da borracha construiu a riqueza de Manaus sobre trabalho florestal forcado. Em 1960s, Amazonia fica com «Estradas e reassentamento» e 80. Sem ranking nem reserva. Estradas do seculo XX puxaram novos colonos para terra indigena e ribeirinha.

Grandes familias indigenas mais o portugues e o espanhol como linguas de vila, escola e comercio. Pela tecnica da mandioca, o peixe de rio e as refeicoes de festa, com diferencas regionais nomeadas. Como festas vividas e missoes, nao como essencia racial. Fronteiras e conflitos de terra aparecem quando mudaram lingua ou assentamento. Isto nao e um fio de noticias.

Sim. Manaus, Belem e Iquitos fazem parte da cultura da bacia, nao de um mundo a parte. Titulos da Wikipedia resolvem para arquivos Commons com licenca reutilizavel. Os creditos ficam na pagina de creditos. O cultivo de mandioca e o comercio de canoa ligam aldeias muito antes de mapas europeus nomearem o rio.

Uma expedicao espanhola desce o rio; o nome Amazonas entra na escrita europeia. Missoes jesuitas e ataques escravistas reorganizam aldeias ribeirinhas no registro colonial. Manaus e Iquitos incham. O trabalho indigena e coagido; casas de opera marcam o pico do dinheiro. Plantacoes do sudeste asiatico derrubam precos amazonicos. Fortunas urbanas encolhem.

A comida vai na tutoria. A coluna vai na tabela. Em 1960s, Amazonia fica com «Estradas e reassentamento» e 80. Sem ranking nem reserva. 801960s

Números que ficam

Ano de referência
1960s
Número que acompanha
80
Tema
Amazonia
Linha da vida
Estradas e reassentamento

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