Biofilmes em
Junto à torneira da cantina, a canção não imprime o nome de uma doença. Biofilmes em é a linha «Cidade madura» e o número 1978 conta segundos ou vezes. A regra da tábua está na outra parede e não se funde num anúncio. A história trata de observar a arquitetura, não de como desenvolvê-la.
Cidades superficiais de micróbios – placas e cateteres explicam a persistência, sem um kit de cultivo próprio. J. William Costerton e colegas popularizaram o biofilme para comunidades sésseis coladas em sua própria matriz. A placa é o biofilme cotidiano: espécies orais mistas nos dentes, alimentadas por açúcares e pelo tempo.
Cateteres, articulações e válvulas podem hospedar filmes que ignoram doses que matam células planctônicas. Substância polimérica extracelular – açúcares, proteínas, DNA – retém água e retarda alguns medicamentos. Muitas espécies usam sinais químicos para coordenar o comportamento do grupo quando a densidade aumenta – um conceito, não um experimento caseiro.
As revisões estimam frequentemente que a maioria das infecções crónicas relacionadas com dispositivos envolve biofilme; a parcela exata é debatida. Um biofilme é uma comunidade presa a uma superfície e envolta em uma matriz caseira, e não uma célula flutuante solitária. Filmes de placas e cateteres mostram por que um medicamento que funciona em um frasco pode falhar na superfície.
Biofilmes em cumpre-se com «Cidade madura» e 1978. Sem número, fica a melodia.1978
Números que ficam
- Ano de referência
- 1978
- Número que fica
- 1978
- Micróbio
- Biofilmes
- Linha de higiene
- Cidade madura