Higiene e equilíbrio em
Junto à torneira da cantina, a canção não imprime o nome de uma doença. Higiene e equilíbrio em é a linha «História dos helmintos» e o número 1989 conta segundos ou vezes. A regra da tábua está na outra parede e não se funde num anúncio. A hipótese foi revisada em direção à diversidade microbiana e ao treinamento regulatório, às vezes chamado de Velhos Amigos.
A água limpa salva vidas; a falta de antigos parceiros microbianos é uma história imunológica separada e ainda debatida. David Strachan observou menos febre do feno em famílias maiores e cunhou a hipótese da higiene no BMJ. Graham Rook argumentou que precisamos de micróbios com os quais co-evoluímos – e não da sujeira das ruas ou de uma vacina ignorada.
A cloração e o esgoto reduziram a cólera e a febre tifóide. Esse sucesso não é anulado pelas tendências alérgicas. Estudos europeus com crianças agrícolas associaram a exposição ao gado e os contextos do leite cru à menor atopia – correlação com advertências. À medida que os vermes e algumas infecções diminuíram nos países ricos, algumas doenças imunomediadas aumentaram – um padrão, não uma receita para procurar vermes.
A alegação útil é que faltam velhos parceiros e diversidade, e não que esgotos a céu aberto ou mãos sujas sejam remédios. A hipótese da higiene começou como uma observação sobre o tamanho da família e a febre do feno, e não como um slogan de que sujeira é remédio. Água potável, esgotos e vacinas salvaram mais vidas do que qualquer ideia romântica de uma infância enlameada. Equilíbrio significa manter essas vitórias enquanto se pergunta por que surgiram algumas doenças imunológicas.
Higiene e equilíbrio em cumpre-se com «História dos helmintos» e 1989. Sem número, fica a melodia.1989
Números que ficam
- Ano de referência
- 1989
- Número que fica
- 1989
- Micróbio
- Higiene e equilíbrio
- Linha de higiene
- História dos helmintos