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Rótulo do frasco

Cerâmica técnica, propriedade em 1920

Usar Cerâmica técnica começa por ler 1920. A linha é «Velas de ignição de alumina» e o número é 2. Colar a frase da embalagem no caderno impede de repetir o que está no frasco. Este atlas trata a cerâmica técnica como um sistema: rota de laminação, revestimentos, testes e cavidade onde ela se assenta.

As notas comparam Cerâmica técnica com os restantes em resistência, calor, fogo, isolamento, trabalhabilidade e circularidade. São editoriais, não certificados. Seguem sete capítulos. Fogo e isolamento nomeiam famílias de ensaio (Euroclass, ASTM E84, ISO 5660, KS F), sem inventar um número único de segurança.

A cerâmica técnica (Al2O3, ZrO2, SiC, Si3N4…) é uma família de classes cuja densidade é da classe 3,2–6 g/cm³, faixa de calor geralmente >2000 °C e letra de fogo A1. A cerâmica técnica é vendida como qualidades e não como uma substância única. Química Al2O3, ZrO2, SiC, Si3N4…, classe de densidade 3,2–6 g/cm³, faixa de calor frequentemente >2000 °C.

Nota de condutividade: Al2O3 ~20–30; AlN maior; ZrO2 baixo. A pontuação de isolamento 46/100 é relativa a 32 inscrições – metais perdem, VIPs e aerogéis ganham. Carta de fogo em uso editorial: A1. Não compare A1 com “seguro em caso de incêndio” ou E com “ilegal”. As assembleias decidem.

O cartão e o rótulo têm de coincidir no nome. Um material escreve-se pela propriedade. Cerâmica técnica em 1920, «Velas de ignição de alumina», número 2. Em Portugal encontra-se no laboratório, no cartão do contentor e numa etiqueta de obra. Esta página não ensina uma operação perigosa nem ordena materiais.1920

Números que ficam

Ano de referência
1920
Número da propriedade
2
Material
Cerâmica técnica
Linha de uso
Velas de ignição de alumina

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