Bambu, propriedade em 1940s · 410
Usar Bambu começa por ler 1940s. A linha é «Substitutos de guerra» e o número é 1940. Colar a frase da embalagem no caderno impede de repetir o que está no frasco. Citar λ envelhecido e gesso armazenado.
As notas comparam Bambu com os restantes em resistência, calor, fogo, isolamento, trabalhabilidade e circularidade. São editoriais, não certificados. Seguem sete capítulos. Fogo e isolamento nomeiam famílias de ensaio (Euroclass, ASTM E84, ISO 5660, KS F), sem inventar um número único de segurança.
O bambu (celulose–hemicelulose–lignina) é uma família de graus: densidade do colmo ~0,6–0,8 g/cm³, carboniza e não funde, letra de fogo típica de classe D sem tratamento; os produtos tratados variam. O bambu vende-se em graus, não como uma só substância. Química celulose–hemicelulose–lignina, densidade do colmo ~0,6–0,8 g/cm³, carboniza e não funde.
Este atlas trata o bambu como um sistema: rota de fábrica, revestimentos, ensaios e a cavidade onde assenta. Nota de condutividade: ~0,1–0,2 W/m·K através da parede. A nota de isolamento 40/100 é relativa a 32 entradas — os metais perdem, os VIP e os aerogéis ganham. Letra de fogo no uso editorial: classe D típica sem tratamento; os produtos tratados variam. Não igualar A1 a «seguro no incêndio» nem E a «ilegal». Os conjuntos decidem.
O cartão e o rótulo têm de coincidir no nome. Um material escreve-se pela propriedade. Bambu em 1940s, «Substitutos de guerra», número 1940. Em Portugal encontra-se no laboratório, no cartão do contentor e numa etiqueta de obra. Esta página não ensina uma operação perigosa nem ordena materiais.1940s
Números que ficam
- Ano de referência
- 1940s
- Número da propriedade
- 1940
- Material
- Bambu
- Linha de uso
- Substitutos de guerra
Bambu, propriedade em 1970s · 411Ensaio seguinteOs 1000 ensaios1000