Chypre, três linhas de 1971
Provar Chypre começa por 1971. A tira chama-se «Aromatics Elixir» e o número é 1917. Se se copia o anúncio, a ordem perde-se ao secar. Fruta-moss. O terroir, as casas e a IFRA marcam a dose.
Chypre pertence ao grupo Terra deste atlas. Madeira e musgo — madeira seca, sândalo, fumaça de oud, raiz de vetiver e chypre. Bergamota, musgo de carvalho e ládano — a ideia de 1917 que a IFRA reescreveu. A arquitetura sobreviveu à molécula. Concentração é óleo em álcool, não nota de qualidade. EDT (cerca de 5–15%) mostra mais saída; EDP (cerca de 15–20%) mais coração e fundo. Cada casa varia; não é ensaio de laboratório.
Um ou dois sprays na pele ou no tecido — esterno ou cabelo, não uma nuvem no elevador. Espere uma hora antes de acrescentar. Outono, dia de alfaiataria. O calor de verão pode tornar o musgo amargo e alto. Sim. Pele quente e úmida amplia doce e especiaria; pele seca ou fria pode tornar o mesmo suco amadeirado, sabonete ou curto. Teste na pele, não só no papel.
O musgo de carvalho é limitado pela IFRA. Bases clássicas de chypre e fougère foram reescritas; o “musgo” moderno costuma ser reconstrução. Procure um clínico se houver reação. Ética ou materiais que eu deva saber? Leia o capítulo de materiais para a carga real. Nicho e grife compartilham família e discordam na dose.
O desconto está no cavalete. A nota está no papel. O cheiro escreve-se pela ordem em que se sente. Chypre em 1971 deixa «Aromatics Elixir» e 1917. Saída, coração e fundo são eixos distintos. Em Portugal encontra-se no balcão, no pulso e no cartão de uma prenda. Esta página não publica o desconto de hoje nem ordena perfumes.1971
Números que ficam
- Ano de referência
- 1971
- Número que fica
- 1917
- Perfume
- Chypre
- Linha da prova
- Aromatics Elixir
Chypre, três linhas de 1977Ensaio seguinteOs 1000 ensaios1000