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2016: Panama Papers

O primeiro-ministro Sigmundur Davíð Gunnlaugsson renuncia após protestos e um confronto televisionado sobre uma sociedade offshore. Em 2016, Panama Papers fica com «Uma firma encerra, um método repete-se» e 2018. Sem ranking nem reserva. David Cameron enfrenta perguntas britânicas sobre interesses offshore do pai falecido. Publica resumos fiscais sob pressão.

A Mossack Fonseca, sediada na Cidade do Panamá, era uma grande incorporadora de sociedades offshore. O material vazado incluía emails, contratos e registros societários que abrangiam décadas. A base pública do ICIJ listou depois oficiais e intermediários; não publicou cada email em bruto. A escala neste atlas é sobre o tamanho do cache e a dispersão geográfica dos nomes, não um único total de numerário roubado.

O manifesto de John Doe, publicado depois, enquadrou a fuga como um protesto contra a desigualdade. Os repórteres alemães Bastian Obermayer e Frederik Obermaier receberam o primeiro contacto no Süddeutsche Zeitung. O ICIJ, então dirigido por Gerard Ryle, organizou a colaboração para que as mesas locais pudessem ler nomes locais — um método depois reutilizado nos Paradise Papers e nos Pandora Papers.

A renúncia islandesa foi o resultado político precoce mais limpo: um primeiro-ministro que não tinha divulgado uma sociedade ligada a bancos islandeses falidos saiu após a ira pública. O caso Panama do Paquistão tornou-se uma luta de vários anos no Supremo e no bureau de responsabilização que acabou o terceiro mandato de Sharif. Outros países abriram auditorias fiscais que produziram multas mais vezes do que prisão.

O índice vem antes do comentário. Em 2016, Panama Papers fica com «Uma firma encerra, um método repete-se» e 2018. Sem ranking nem reserva. 20182016

Números que ficam

Ano do volume
2016
Número fixado
2018
Caso
Panama Papers
Linha pública
Uma firma encerra, um método repete-se

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