1888: Jack, o Estripador
Escreveu a Anderson em 10 de novembro de 1888 ligando as vítimas canónicas numa opinião médica. Escritores posteriores usaram essa carta como cola; não era uma condenação. Em 1888, Jack, o Estripador fica com «Carta de Lusk» e 16. Sem ranking nem reserva. Os oficiais deixaram papel. O assassino não deixou um nome que um tribunal tomasse.
Suspeitos de identidade acumularam-se mesmo assim: homens locais, talhantes, médicos, judeus feitos bode expiatório no susto «Leather Apron», e depois cavalheiros inventados por memória. O memo de Macnaghten de 1894, escrito para derrubar uma pretensão de jornal sobre Thomas Cutbush, nomeou Montague John Druitt, «Kosminski» e Michael Ostrog como mais prováveis do que Cutbush — não como assassinos provados.
«Jack the Ripper» / «Jack, o Estripador» entrou no inglês — e depois no português — a partir de uma carta à Central News Agency, publicada em fins de setembro de 1888, assinada com esse nome. Uma carta de meados de outubro «From Hell» a George Lusk do Vigilance Committee é um segundo documento famoso. A polícia e historiadores posteriores trataram há muito muitas das centenas de cartas como hoaxes, incluindo possíveis hoaxes de imprensa.
A imprensa do outono — The Star, o Illustrated Police News, os diários — fez de Whitechapel um teatro nacional. Essa cobertura é ela própria prova de como uma série local de assassinatos se tornou um mito de língua imperial. Não é prova de quem segurou a faca. Historiografia, não uma segunda investigação
O índice vem antes do comentário. Em 1888, Jack, o Estripador fica com «Carta de Lusk» e 16. Sem ranking nem reserva. 161888
Números que ficam
- Ano do volume
- 1888
- Número fixado
- 16
- Caso
- Jack, o Estripador
- Linha pública
- Carta de Lusk