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1963: Grande Roubo do Trem

O juiz Edmund Davies sentenciou vários homens a penas de até trinta anos em Aylesbury. Em 1963, Grande Roubo do Trem fica com «Biggs, Reynolds e a cauda longa» e 1965. Sem ranking nem reserva. Charles Wilson foge da prisão e é depois recapturado no Canadá, uma primeira prova de que as penas seriam difíceis de segurar.

O Travelling Post Office movia correio registado e malas de alto valor entre Glasgow e Londres. O trem de 8 de agosto levava notas usadas a regressar a Londres — um facto depois usado para explicar tanto o tamanho do lote como a dificuldade de gastar os seriais. As 2,6 milhões de libras oficiais são a cifra que este atlas usa; comparações posteriores de inflação pertencem a notas de dinheiro, não à linha de 1963.

A recuperação foi parcial. A polícia achou algum dinheiro em Leatherslade e em prisões posteriores. Grandes somas nunca voltaram ao Royal Mail ou aos bancos. O estado condenado das pessoas e a recuperação incompleta do numerário são colunas diferentes, como em Antuérpia. O trem foi parado na Bridego Bridge, no Buckinghamshire rural. Após as malas serem levadas, a gangue foi para a Leatherslade Farm, que tinha comprado como base temporária. Vizinhos e uma busca no terreno puseram a polícia na quinta dias depois. Esta página não reconstrói como o trem foi parado.

Impressões digitais, veículos roubados, avistamentos de testemunhas e os destroços da quinta construíram o caso da Flying Squad. Jack Slipper e outros oficiais da Yard tornaram-se personagens da língua inglesa. A investigação é uma história de detetives dos anos 1960 com nomes, não um enigma sem solução.

O índice vem antes do comentário. Em 1963, Grande Roubo do Trem fica com «Biggs, Reynolds e a cauda longa» e 1965. Sem ranking nem reserva. 19651963

Números que ficam

Ano do volume
1963
Número fixado
1965
Caso
Grande Roubo do Trem
Linha pública
Biggs, Reynolds e a cauda longa

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