1995: atentado do metrô de Tóquio
Ler atentado do metrô de Tóquio é procurar o ano da encadernação. «Atentado do metrô de Tóquio» e 20 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Asahara sentenciado, recursos acabam
O que o registro público diz que aconteceu Cinco libertações coordenadas ocorreram nas linhas da Teito Rapid Transit Authority (agora Tóquio Metro) durante a hora de ponta de segunda-feira, dirigidas a trens que passavam por Kasumigaseki, o bairro dos ministérios. Pessoal de estação e passageiros estiveram entre os mortos. Os hospitais trataram milhares por exposição. A página para nessa sequência pública.
O sarin já tinha sido usado em Matsumoto em 27 de junho de 1994. Esse caso anterior, uma vez ligado, mostrou a Aum como um grupo disposto a usar um agente químico banido contra uma população doméstica. O atentado do metrô é por isso o segundo crime de sarin datado no dossiê, não um experimento isolado.
A polícia fez rusgas em instalações da Aum a partir de 22 de março de 1995, incluindo o complexo de Kamikuishiki em Yamanashi. Prendeu mais de 200 membros nos meses seguintes. Asahara foi achado em Kamikuishiki em 16 de maio. Materiais apreendidos e confissões posteriores construíram um registro de julgamento que os repórteres em português resumiram como um «laboratório de culto» sem precisarem de uma receita.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: atentado do metrô de Tóquio em 1995, «Atentado do metrô de Tóquio», número 20. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1995
Números que ficam
- Ano do volume
- 1995
- Número fixado
- 20
- Caso
- atentado do metrô de Tóquio
- Linha pública
- Atentado do metrô de Tóquio