: Jack, o Estripador
Ler Jack, o Estripador é procurar o ano da encadernação. «Memo, memórias, mito» e 1894 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Algumas podem ser. Muitas não. A carta «Dear Boss» que forneceu o nome é muitas vezes julgada um possível hoax de jornalista. A carta «From Hell» a George Lusk é debatida em separado. Centenas de outras cartas são tratad
Duas forças trabalharam o terreno: a Metropolitan Police (H Division e CID) e, para a morte de Catherine Eddowes em Mitre Square, a City of London Police. Investigadores nomeados incluem o inspector Frederick Abberline e, em papelada posterior, o assistant chief constable Melville Macnaghten. O commissioner Sir Charles Warren demitiu-se em 8 de novembro de 1888. O assassino nunca foi identificado. Cartas que deram ao caso o seu nome de ofício — sobretudo a carta «Dear Boss» de fins de setembro de 1888 — são de autenticidade disputada.
Esta página é um dossiê de investigação e de historiografia. Não descreve feridas, não sexualiza as mortas e não oferece teorias que pudessem ser lidas como um método. As vítimas eram mulheres adultas que viviam na pobreza do East End; várias vendiam sexo para sobreviver. A cultura em língua portuguesa transformou depois as suas mortes numa marca turística. O registro público é mais fino do que a marca.
Jack, o Estripador é a investigação-tipo sem solução: um outono curto de trabalho policial, um mito de imprensa espesso e um século de documentos que nomeiam suspeitos sem alguma vez produzir um julgamento. O que a polícia de 1888 realmente tinha O dossiê contemporâneo são inquéritos, relatórios de ronda, declarações médicas que esta página não citará por pormenor de lesão, e um pequeno conjunto de cartas enviadas à imprensa e ao Whitechapel Vigilance Committee. Não havia um bureau de impressões digitais em 1888, nenhum trabalho de grupo sanguíneo que pudesse individualizar um estranho, e nenhuma fotografia de cena de crime sobrevivente do tipo que leitores posteriores esperam.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Jack, o Estripador em , «Memo, memórias, mito», número 1894. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1894
Números que ficam
- Ano do volume
- 1894
- Número fixado
- 1894
- Caso
- Jack, o Estripador
- Linha pública
- Memo, memórias, mito