2013: roubo do Museu Gardner
Ler roubo do Museu Gardner é procurar o ano da encadernação. «Pretensão de identificação do FBI» e 18 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Assumiu a direção meses antes do roubo e passou o mandato em apelos de recuperação, reconstrução de segurança e na decisão de conservar as molduras. Tornou-se o rosto do dossiê inacabado do museu.
O museu abriu em 1903 como o palácio de estilo veneziano de Isabella Stewart Gardner. O testamento de 1924 exigia que a coleção ficasse como ela a tinha disposto. Após o roubo as molduras vazias foram deixadas nas paredes da Dutch Room e de galerias próximas — uma decisão curatorial que se tornou o rosto público do dossiê sem solução. O Federal Bureau of Investigation abriu um caso que ainda está aberto mais de três décadas depois.
Em 2013 o FBI disse acreditar ter identificado os ladrões como membros de um grupo de crime organizado da Nova Inglaterra e que as obras tinham circulado por círculos de crime organizado. Nenhuma pintura foi recuperada. A recompensa do museu, elevada a 10 milhões de dólares em 2017 por informação que leve à devolução das treze obras em bom estado, ainda se mantém. Possuir os objetos roubados continua a ser um crime federal mesmo depois de o prazo de prescrição do roubo original ter corrido.
Treze ausências num palácio congelado O roubo Gardner é o maior roubo de arte sem solução no registro público dos Estados Unidos: uma lista nomeada de obras, molduras vazias, um dossiê do FBI e nenhum fecho em tribunal. O Concerto é uma de apenas cerca de três dezenas de pinturas atribuídas com segurança a Vermeer. A Tempestade no Mar da Galileia é a única marinhas de Rembrandt. Junto com Uma Dama e um Cavalheiro de Negro e uma pequena gravura de autorretrato de Rembrandt, fizeram da Dutch Room o centro da perda. Chez Tortoni de Manet foi levado da Blue Room.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: roubo do Museu Gardner em 2013, «Pretensão de identificação do FBI», número 18. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.2013
Números que ficam
- Ano do volume
- 2013
- Número fixado
- 18
- Caso
- roubo do Museu Gardner
- Linha pública
- Pretensão de identificação do FBI
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