1990: roubo do Museu Gardner
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. roubo do Museu Gardner está em 1990 sob «Abre o caso do FBI», número 18 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O escritório de campo de Boston toma a investigação federal. Imagens das obras em falta circulam por dealers, alfândegas e Interpol.
Treze ausências num palácio congelado O roubo Gardner é o maior roubo de arte sem solução no registro público dos Estados Unidos: uma lista nomeada de obras, molduras vazias, um dossiê do FBI e nenhum fecho em tribunal. O Concerto é uma de apenas cerca de três dezenas de pinturas atribuídas com segurança a Vermeer. A Tempestade no Mar da Galileia é a única marinhas de Rembrandt. Junto com Uma Dama e um Cavalheiro de Negro e uma pequena gravura de autorretrato de Rembrandt, fizeram da Dutch Room o centro da perda. Chez Tortoni de Manet foi levado da Blue Room.
O grupo Degas era obras em papel, não os óleos mais famosos do museu. O gu chinês da dinastia Shang ou posterior e o remate da bandeira mostram que o lote não era uma lista de compras de uma só escola. O seguro não substituiu os objetos: o testamento de Gardner e a prática do museu tratam a coleção como uma instalação fixa, não como um inventário líquido.
Os jornais de Boston dataram o evento a um fim de semana de feriado quando o Fenway ainda estava ruidoso das celebrações de Saint Patrick. Dois homens ganharam entrada após se apresentarem como polícias a responder a um distúrbio. Esta página não reconstrói o modo como se moveram pelas galerias. O registro público é o que faltava ao amanhecer e o que a vigia noturna disse depois aos investigadores.
Sem «Abre o caso do FBI» nem 18, a ficha de roubo do Museu Gardner em 1990 volta ao balcão.1990
Números que ficam
- Ano do volume
- 1990
- Número fixado
- 18
- Caso
- roubo do Museu Gardner
- Linha pública
- Abre o caso do FBI
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