1920: Charles Ponzi · 313
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Charles Ponzi está em 1920 sob «Entrega e confissão federal», número 1920 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. Chefe da casa editorial financeira que se tornou a Barron's. A sua análise de 1920 do volume de cupões deu ao Post um facto de tamanho de mercado que podia imprimir.
O colapso de Charles Ponzi em Boston em 1920, construído sobre lucros prometidos de cupões de resposta postal, deu à língua o nome de pagar investidores antigos com o dinheiro dos novos. Em 1919-1920 Charles Ponzi, um promotor nascido em Itália e estabelecido em Boston, prometeu retornos extraordinários de curto prazo através de um negócio que, segundo ele, exploraria diferenças de preço nos International Reply Coupons, instrumentos postais destinados a pré-pagar o porte de resposta através de fronteiras. Multidões trouxeram numerário à sua Securities Exchange Company. A arbitragem de cupões prometida não podia sustentar o volume de dinheiro recebido.
O Boston Post, com ajuda do editor financeiro Clarence W. Barron, publicou investigações em julho e agosto de 1920 que compararam o tamanho real do mercado de cupões com a captação de Ponzi. Autoridades estaduais e federais agiram à medida que os resgates e uma corrida se desenvolviam. Ponzi entregou-se em agosto de 1920. Declarou-se culpado de fraude postal federal e depois enfrentou condenações de furto em Massachusetts após um primeiro julgamento estadual em impasse e um segundo que o condenou.
A escala em dólares era da sua época: estimativas contemporâneas situavam os passivos na ordem de 15-20 milhões de dólares de 1920, uma fração de casos posteriores neste atlas, mas a marca jurídica e linguística foi maior. O direito e o jornalismo adotaram «esquema Ponzi» como o nome de uma fraude que paga participantes anteriores com dinheiro dos posteriores. Operadores anteriores tinham usado o padrão; este colapso nomeou-o.
Sem «Entrega e confissão federal» nem 1920, a ficha de Charles Ponzi em 1920 volta ao balcão.1920
Números que ficam
- Ano do volume
- 1920
- Número fixado
- 1920
- Caso
- Charles Ponzi
- Linha pública
- Entrega e confissão federal