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Ficha da saída

Águia em 1972 · e-eagle-77

[177] [more-eagle-77] Lê-se Águia na ficha, não no cartaz de aniversário do zoo. 1972 traz «origens e evolução 4» e 2007 não ordena espécies. Ritual em torno de Águia: Lead-free gut-pile pledges.

As pontuações comparam velocidade, inteligência, área, resiliência, impacto cultural e papel ecológico. São juízos editoriais relativos, não um ranking de laboratório. Sete capítulos aprofundam: origens, corpo e sentidos, vida e comportamento, cultura, ícones, pressão de conservação e a área partilhada com as pessoas.

Águia não é um animal de postal. É um conjunto de populações, subespécies e regras humanas na família aves deste atlas. Os guias de campo comprimem muitas linhagens na palavra Águia. Subespécies, rotas e linhas cativas não partilham um só destino. Este atlas escolhe um título da Wikipédia como imagem-herói e deixa o resto do grau visível para que um stock recuperado não lave uma prima Criticamente em perigo.

Cinema, lei, heráldica, zoos e relato local encontraram Águia. Esses retratos movem dinheiro; não são um censo de campo. O capítulo de cultura data cartazes e leis para que um filme de 1975 ou um logótipo de 1961 não finjam ser a Lista Vermelha dos anos 2020. Bald Águia recovered to Least Concern after 2007 delisting; Philippine Águia remains Critically Endangered.

O ano da parede não é o ano da lista. A ficha fixa uma saída: Águia em 1972, «origens e evolução 4», número 2007. Quem abriu a água e quem bebeu depois fica no mesmo parágrafo. O preço de uma presa não entra. Em Portugal isto aparece no museu, no caderno de ciências e no bilhete. Esta página não ordena espécies.1972

Números que ficam

Ano da ficha
1972
Número anotado
2007
Espécie
Águia
Linha da ficha
origens e evolução 4

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