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Ficha da saída

Elefante-africano em 1989 · 278

[277] [desk-african-elephant-4] Lê-se Elefante-africano na ficha, não no cartaz de aniversário do zoo. 1989 traz «CITES ivory ban» e 3 não ordena espécies. Burst / travel speed: 36/100 — Elefante-africano

As pontuações comparam velocidade, inteligência, área, resiliência, impacto cultural e papel ecológico. São juízos editoriais relativos, não um ranking de laboratório. Sete capítulos aprofundam: origens, corpo e sentidos, vida e comportamento, cultura, ícones, pressão de conservação e a área partilhada com as pessoas.

Elefante-africano não é um animal de postal. É um conjunto de populações, subespécies e regras humanas na família fauna deste atlas. Os guias de campo comprimem muitas linhagens na palavra Elefante-africano. Subespécies, rotas e linhas cativas não partilham um só destino. Este atlas escolhe um título da Wikipédia como imagem-herói e deixa o resto do grau visível para que um stock recuperado não lave uma prima Criticamente em perigo.

Cinema, lei, heráldica, zoos e relato local encontraram Elefante-africano. Esses retratos movem dinheiro; não são um censo de campo. O capítulo de cultura data cartazes e leis para que um filme de 1975 ou um logótipo de 1961 não finjam ser a Lista Vermelha dos anos 2020. A biologia de Elefante-africano empilha estrutura, energia, sentidos e limites. As quatro secções usam os mesmos títulos do atlas para comparar sem um quadro de melhor espécie.

O ano da parede não é o ano da lista. A ficha fixa uma saída: Elefante-africano em 1989, «CITES ivory ban», número 3. Quem abriu a água e quem bebeu depois fica no mesmo parágrafo. O preço de uma presa não entra. Em Portugal isto aparece no museu, no caderno de ciências e no bilhete. Esta página não ordena espécies.1989

Números que ficam

Ano da ficha
1989
Número anotado
3
Espécie
Elefante-africano
Linha da ficha
CITES ivory ban

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